Relógio Rolex Oyster: testado pelo cineasta James Cameron (Titanic)

Relógio Rolex Oyster

Foto promocional do relógio Oyster Deepsea. Fonte: Rolex

O “Oyster Perpetual Deepsea”, novo modelo da linha Oyster da Rolex, foi aprovado no desafio: é capaz de resistir a uma pressão equivalente a 3 toneladas contra o vidro – até 3,9 mil metros de profundidade.

Se você está se perguntando “Como eles fizeram para testar?”, a resposta é ainda mais legal:

O protótipo foi testado pelo cineasta James Cameron (“Titanic” e “Avatar”) em sua expedição ao ponto mais profundo dos oceanos, localizado nas Fossas Marianas.

As Fossas Marianas encontram-se a leste das Ilhas Marianas, no Oceano Pacífico. O local mais profundo foi atingido pela primeira vez em 1960, pela embarcação chamada “Trieste”, um batiscafo. O Trieste chegou a impressionantes 10898m de profundidade! Para se ter uma ideia, a distância é maior que a percorrida para chegar ao pico do Everest (8848m de altitude).

Embarcação: Batiscafo Trieste

A embarcação alcançou o ponto mais profundo dos oceanos em 1960. Fonte: Lelong

James Cameron alcançou o local mais profundo dos oceanos no dia 27 de março de 2012. A experiência, segundo ele, é como “cair na escuridão”.  E em parte do trajeto ele esteve com um Oyster Perpetual Deepsea no pulso.

Expedição de James Cameron usando um Oyster

O cineasta James Cameron testou a eficiência do Oyster Perpetual Deepsea. Fonte: Extremos

Se você quiser conferir de perto o resultado conseguido pela Rolex, o relógio  Oyster Perpetual Deepsea está exposto na Boutique Rolex Corsage do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo.

O Oyster foi o primeiro modelo de relógio à prova de água e poeira. Criado em 1926, era equipado com uma caixa hermeticamente fechada que garantia a proteção.

James Cameron não foi o primeiro expedicionário a levar no pulso um protótipo Rolex Oyster.

Desde a década de 1930 a marca firma parcerias com entusiastas de diversas áreas (automobilismo, aviação, entre outras), para testar, aperfeiçoar e divulgar os atributos técnicos do Oyster.

Malcom Campbell com um Oyster no pulso

Sir Campbell dirigiu com um Oyster no pulso.

A primeira parceria firmada ocorreu em 1935, com Sir Malcom Campbell, que bateu o recorde de velocidade da época, registrando 300 milhas por hora (484 km/h) na autoestrada de Bonneville, Utah. Na célebre ocasião, Sir Campbell estava com um Oyster no pulso.

O motivo de tanto entusiasmo da marca em relação ao Oyster foi a invenção do primeiro mecanismo automático para relógios, o rotor Perpetual, criado e patenteado pela Rolex para o Oyster em 1931.

Esse mecanismo consiste em uma peça em forma de meia lua que gira livremente em torno do seu próprio eixo, em direções alternadas, seguindo o movimento natural do pulso. É assim que obtém a energia para o funcionamento do relógio, sem precisar de outras fontes. A energia obtida é armazenada na mola principal. Atualmente, os relógios Rolex têm autonomia de 50 horas.

Abraços,

Klemp.

Fontes: rolex.com, extremos.com.br e Carta Capital.

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